4 passos para negociar dívidas durante a crise

A situação financeira dos empreendedores está mais apertada do que nunca: pouco faturamento e pouca reserva de emergência. Sem conseguir boas negociações e sem acesso a crédito, o resultado é o aumento das dívidas. Se este é o seu caso, nós temos dicas valiosas para tirar sua empresa do sufoco!

O atual cenário brasileiro é de crise para muitos empresários e pequenos empreendedores. Com as restrições no comércio e o faturamento próximo de zero, as dívidas começam a surgir e pode até bater o desespero. Para se ter uma ideia, em abril de 2020, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor apontou que 66% dos brasileiros possuem dívidas.

Outras pesquisas apontam para a falta de reserva de emergência na maioria das pequenas e médias empresas, que, sem faturamento, não conseguem se manter funcionando durante muito tempo. A boa notícia é que não é preciso se desesperar, pois com planejamento é possível quitar as dívidas e ter fôlego para sua empresa continuar funcionando. 

Neste artigo, nós vamos te explicar em 4 passos simples como é possível reorganizar o fluxo de caixa da sua empresa, renegociar dívidas e também como financiar mais capital de giro para fazer investimentos e manter seu negócio funcionando!

Entenda suas dívidas

Se, mesmo antes da crise, você tinha dívidas pendentes, como empréstimos, saldo de cartão de crédito, entre outras, é fundamental que você faça um levantamento de tudo que precisa pagar para entender quais são as prioridades. Coloque no papel ou em uma planilha tudo o que existe de pagamento atrasado em seu nome: luz, água, telefone, internet, crediário, cartão de crédito, financiamento, cheque especial, entre outros. 

Depois de fazer um levantamento de todas as suas dívidas, você deverá priorizar o pagamento daquelas que têm taxas de juros mais altas, como empréstimos pessoais, crédito rotativo do cartão de crédito e dívidas no cheque especial. É importante quitar essas dívidas primeiro porque são elas as maiores causadoras do endividamento e do efeito bola de neve, são dívidas que ficam cada vez maiores!

Analise seu fluxo de caixa

Como a palavra de ordem é sobreviver, ainda não é o momento de fazer planos para depois da crise. Olhe para o seu controle de caixa, quando entra e quanto sai da sua empresa. Ao olhar para os custos, você terá despesas fixas obrigatórias, que são gastos com aluguel, energia, água e o salário dos funcionários, por exemplo. O adiamento do pagamento de tributos e negociações de jornada e salário com funcionários flexibilizaram estes custos obrigatórios. Pesquise e negocie esses pagamentos.

Em um momento de receita zerada, pense em um plano de cortes. Avalie todos os investimentos, as dívidas e as contas a pagar. Ao fazer a atualização e manter o controle do fluxo de caixa, ficará mais fácil entender para qual centro de custo está indo a maior parte do seu dinheiro e realocar recursos para economizar.

Negocie com seus fornecedores

Para equilibrar esse caixa, postergar os pagamentos obrigatórios para os próximos 60 dias é essencial. Cada economia pequena é tudo, todos os grãos vão contribuir para o todo que vai ser economizado. É preciso negociar com seus fornecedores, deixe clara a situação, afinal todos estão passando por essa crise. Muitas empresas estão tendo sucesso nas negociações, até mesmo com os grandes bancos.

Para negociar uma dívida de forma eficiente, tenha os cálculos de juros e outros impostos em mãos. Se você tiver dinheiro à vista para fazer o pagamento, poderá ter um grande desconto para a negociação valer a pena. Começar pelas dívidas de pagamento em curto prazo, com juros mais altos e tentar o parcelamento do saldo devedor também são boas táticas.

Financie Capital de Giro

Se você conseguiu fazer suas contas chegarem no zero a zero, na melhor das hipóteses, ou vê que as dívidas vão se acumular, é o momento de pensar em como financiar mais capital de giro pra empresa continuar funcionando. Esse tipo de empréstimo está disponível em diversos bancos, instituições bancárias e também nas novas fintechs, as startups financeiras.

Nesse cenário, o crédito com garantia de imóvel é uma opção com juros mais baixos, prazo estendido de pagamento e flexibilidade na contratação. Além de ser um empréstimo com as menores taxas de juros do mercado, o empréstimo com garantia imobiliária é de uso livre e pode ser investido da forma que você achar melhor para equilibrar o caixa da sua empresa.

Por ter prazo alongado de pagamento, é um empréstimo sustentável, pois a parcela não compromete sua renda mensal, assim você consegue pagar o empréstimo com tranquilidade, a dívida não vira uma bola de neve e os investimentos podem salvar sua empresa.

Bcredi

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