Máscaras obrigatórias no Rio, critérios para utilização da cloroquina e outras novidades

Tania Regô/Agência Brasil

Acompanhe um resumo com as principais notícias desta quinta-feira (23/4):

📍 No Rio, máscaras passam a ser obrigatórias a partir de hoje

A partir de hoje (23), as máscaras faciais são obrigatórias para quem sair às ruas e frequentar os estabelecimentos abertos ao público na cidade do Rio de Janeiro. Quem não usar o acessório poderá ser impedido de utilizar o transporte público ou entrar nos estabelecimentos durante a pandemia do novo coronavírus. O uso das máscaras deve ocorrer também em locais como praias, lagoas e praças.

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📍 Acordos de redução ou suspensão de contrato já atingem 3,5 milhões de pessoas

Ao longo do mês de abril, aproximadamente dois milhões de trabalhadores tiveram o contrato de trabalho suspenso por até dois meses por conta da crise provocada pelo novo coronavírus. Até a noite desta quarta-feira (22), acordos entre patrões e empregados para suspender contratos ou cortar salários e jornadas já atingiam 3,5 milhões de trabalhadores. A permissão para essas negociações foi concedida em MP (Medida Provisória) editada pelo presidente Jair Bolsonaro. Entre os que tiveram jornada reduzida, a maior parte terá corte de salário de 50% ou mais.

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📍 CFM estabelece critérios e condições para uso da cloroquina

O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu parecer hoje (23) em que reforça o entendimento de que não existem “evidências sólidas” da confirmação do efeito da cloroquina e a hidroxicloroquina na prevenção e tratamento da covid-19. O presidente da autarquia, Mauro Ribeiro, esteve hoje em reunião com o presidente Jair Bolsonaro e, na saída, disse que ainda asssim é possível a prescrição do medicamento em situações específicas. “O que estamos fazendo é dando ao médico brasileiro, dentro da sua autonomia profissional, o direito de utilizar a droga, em decisão compartilhada com o paciente. É uma autorização, mas não recomendação”, destacou o médico.

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📍 China fornecerá 30 milhões de dólares adicionais à OMS

A China anunciou nesta quinta-feira (23) que contribuirá com 30 milhões de dólares adicionais à Organização Mundial da Saúde (OMS), alguns dias depois que os Estados Unidos decidiram suspender sua contribuição para a instituição, informou a agência France Presse. “Servirá para a prevenção e controle da epidemia de Covid-19 e para apoiar o desenvolvimento dos sistemas de saúde” em países menos ricos, declarou Geng Shuang, porta-voz da diplomacia chinesa.

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