e-commerce

Você pensa em abrir um negócio de sucesso ou quer alavancar suas vendas? Então leia nosso conteúdo e descubra agora como criar um e-commerce e deixe sua loja visível no mundo inteiro!

Caminhar na mesma direção dos avanços da tecnologia é fundamental para o sucesso de um negócio. Hoje em dia, além de oferecer atendimento de qualidade e contar com o boca a boca, é preciso fazer Marketing Digital e estar presente na internet, que é onde os consumidores estão. 

Nesse sentido, algumas estratégias e ações podem fazer toda a diferença no seu novo negócio. Uma dessas práticas, que desperta o interesse de muitos empreendedores, é saber como criar um e-commerce para fazer as vendas online.

E-commerces são sites que funcionam como lojas virtuais que permitem ao consumidor comprar produtos sem precisar de uma loja física. Nesses sites, o consumidor escolhe um produto ou serviço, confere suas especificações, preenche o endereço de entrega e faz o pagamento online ou por boleto bancário. 

Além de democratizar o acesso a diferentes produtos, a loja virtual ajuda a aumentar a visibilidade de uma loja, contribuindo para o aumento das vendas e as estratégias de fortalecimento de marca.

A boa notícia é que os e-commerces estão cada vez mais acessíveis. O que antes era reservado a grandes marcas e lojas de departamento, hoje pode ser implementado por pequenos e médios empresários de qualquer setor da economia.

Os resultados podem ser satisfatórios e fazer a diferença na trajetória de uma empresa. Para isso, no entanto, é preciso se preparar e conhecer tudo o que precisa ser feito.

Você tem um negócio ou quer abrir uma empresa, mas não sabe como criar um e-commerce? Continue a leitura do artigo e veja como você pode fazer isso!

O que é preciso para montar um e-commerce?

Não precisa se desesperar: é normal não saber por onde começar na hora de criar o seu e-commerce. Para ajudar você nessa missão, preparamos uma lista com os requisitos legais que sua empresa precisa ter para conseguir abrir uma loja virtual.

Qual é a sua empresa e seu tipo de negócio?

Para abrir um comércio eletrônico, é recomendado que você já tenha um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Com ele, você deixará definido o seu tipo de negócio e poderá passar mais credibilidade ao consumidor, contribuindo para as vendas. 

Hoje em dia, felizmente, fazer isso ficou mais simples e muito menos burocrático. Para abrir um MEI (Microempreendedor Individual), por exemplo, é possível fazer quase tudo online.

Para quem ainda não tem uma empresa constituída, é possível que você tenha um e-commerce a partir do CPF (Cadastro de Pessoa Jurídica). No entanto, o CNPJ profissionaliza e contribui para uma boa reputação do negócio.

O que diz a lei?

O decreto federal de nº 7.962/2013 é de conhecimento essencial para quem quer abrir um e-commerce. Para deixar mais fácil para você, mostraremos abaixo os pontos mais importantes e o que eles abrangem. Acesse o documento oficial e completo para ter informações mais detalhadas.

Artigo 1° – Descrição dos produtos

Exige que o e-commerce descreva o produto de forma fiel. Também é necessário mostrar ao consumidor como usá-lo e quais suas características físicas, como altura, largura, peso, cor, entre outros detalhes.

É preciso, ainda, agir dentro do direito de arrependimento do cliente, que assegura que ele tem até 7 dias a partir da entrega para devolver, se assim desejar. Nada disso pode gerar custos para o cliente e a loja deve informar que recebeu o pedido de cancelamento online.

Artigo 2° – Informações disponíveis e visíveis

Este artigo determina que o nome da empresa, seu CPF ou CNPJ e seu endereço estejam em locais visíveis dentro no site do e-commerce. A ideia é fazer com que a clareza dos dados deixe o consumidor seguro e que seja possível entrar em contato quando precisar.

Torne disponível e-mail, número do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) e outros canais de contato. Lembre-se, ainda, de deixar claras as formas de pagamento, selos de segurança e demais informações e em um espaço de destaque, não deixando margem para dúvidas ou mal entendidos.

Artigo 4° – Contratos e segurança da informação

O artigo em questão estabelece que o e-commerce precisa apresentar um contrato antes de o negócio ser fechado. É importante que o consumidor entenda que a compra é um contrato que foi fechado e que ele estará claro e disponível sempre que for necessário consultar o documento. 

Além disso, é preciso utilizar recursos de segurança para proteger os dados pessoais e de pagamento. Outra exigência é que o e-commerce explique o uso de cookies, que armazenam e recolhem dados sobre os sites visitados, e que o consumidor esteja de acordo. Para oferecer segurança, exiba os selos e o certificado SSL, além de deixar claras as suas políticas de entrega, troca e devolução.

Artigo 5° – Canais de Atendimento

É importante que seu e-commerce mostre, de forma clara, quais as formas e canais de atendimento para que o consumidor sinalize sua vontade de arrependimento. Também é obrigação da loja intermediar o pedido de estorno de pagamento às operadoras, quando isso for necessário. 

Seja objetivo quando for comunicar sobre termos de uso e políticas de troca, informando por qual meio o consumidor deverá entrar em contato para concretizar o pedido. É essencial que isso seja online.

Artigo 6° – Política de entrega

Tenha uma política de entrega clara, que mostra o tipo e os valores dos fretes e quanto tempo as modalidades levam para entregar os produtos aos seus destinatários. Também é preciso explicar o que o consumidor deve fazer caso seu pedido atrase. Também é importante informar o código de rastreamento, tanto para entregas pelos Correios quanto via transportadoras. 

Qual é a melhor plataforma de e-commerce?

Assim que você estiver de acordo com a regulamentação do comércio eletrônico no Brasil, é hora de contratar um servidor de hospedagem e pensar na criação do layout do seu site. Além disso, é essencial pesquisar qual será a plataforma ideal para o seu negócio, uma vez que é ela que vai determinar o bom funcionamento do seu e-commerce.

Tudo depende do porte do seu negócio e da experiência que você tem com desenvolvimento e design. A seguir, listamos algumas ideias para que você faça a melhor escolha para sua loja. Para escolher a melhor plataforma do e-commerce, portanto, é preciso que você avalie suas necessidades e possibilidades. 

Wix

A plataforma Wix é ideal para quem sabe pouco de desenvolvimento e design para sites. A ideia do serviço é oferecer boas vitrines às marcas. 

WooCommerce

Feito para ser usado em sites desenvolvidos no WordPress, o WooCommerce pode transformar qualquer site ou blog em uma loja virtual. É ideal para quem lança produtos relacionados ao conteúdo.

Magento

É uma das plataformas mais utilizadas do mundo para e-commerce. O Magento tem planos para todos os bolsos. Além disso, oferece extensões gratuitas e é altamente personalizável. No entanto, exige muito mais conhecimento do que o Wix. 

Tray

A plataforma tem planos para empresas de todos os portes e pode ser integrada aos sistemas de grandes varejos. Oferece alta visibilidade dos produtos. 

Quanto custa para fazer um site de e-commerce?

Não é possível estabelecer um valor para criação de um e-commerce. Tudo vai depender do que a empresa precisa, do porte do negócio e das funcionalidades que você deseja inserir na sua loja. Mesmo assim, para ajudar você, mostraremos abaixo alguns valores aproximados para isso. Confira. 

Desenvolvimento e design do site pela plataforma

Como já citamos, algumas plataformas, como o Wix, já oferecem algumas opções básicas de design para o e-commerce. Assim, você precisaria apenas adequar o visual à identidade da sua empresa com a ajuda de um designer e um desenvolvedor. Esses profissionais podem cobrar por hora trabalhada, mas você também pode se arriscar a fazer a configuração sozinho. A hospedagem pode custar de R$ 100 a R$ 600 por mês para um site básico.

Desenvolvimento e design do site personalizados

Pode custar de R$ 3 mil a R$ 10 mil ao mês, no caso de sites mais profissionais e complexos, que precisam de alto nível de programação. Além disso, levará algum tempo até que tudo esteja com a identidade visual da sua empresa e com todas as funcionalidades que você precisa. Conte sempre com profissionais especializados. Como você pode ver, é difícil estabelecer valores, já que tudo depende do tamanho do e-commerce que você pretende abrir para sua empresa.

Como criar um e-commerce?

Está preparado para abrir seu e-commerce? Veja abaixo como fazer isso.

  1. Entenda seu público-alvo.
  2. Conheça o mercado de e-commerce.
  3. Encontre um nicho pouco explorado.
  4. Procure oferecer bons produtos.
  5. Tenha parceiros e fornecedores confiáveis.
  6. Contrate desenvolvedores web para seu e-commerce.
  7. Pesquise as melhores plataformas.
  8. Dê atenção à tecnologia.
  9. Fique atento para que o e-commerce esteja sempre no ar sem problemas.
  10. Invista em logística de qualidade.

Com esses passos fica mais fácil você saber pode onde começar a planejar o e-commerce que você sempre sonhou.

Como conseguir dinheiro para criar um e-commerce?

Para conseguir dinheiro para criar um e-commerce você pode fazer um planejamento financeiro eficiente. A ideia, aqui, é entender completamente o seu orçamento e pensar em formas de poupar todo mês. O principal é que o planejamento seja bem feito e que seja fiel à sua receita e às suas despesas para evitar dores de cabeça.

Você também pode solicitar um empréstimo para ampliar ou finalmente abrir o seu negócio. A boa notícia é que, hoje, as fintechs oferecem condições facilitadas, contratação desburocratizada, taxa de juros menores que as dos bancos e diversas modalidades de crédito. Tudo para atender você de acordo com as suas necessidades.

Se você está pensando em criar um e-commerce e precisa levantar recursos para isso, aproveite e veja agora como a Bcredi pode ajudar você a conseguir dinheiro para abrir sua própria empresa. Entre em contato com a gente e tenha a liberdade profissional com que você sempre sonhou!

Bcredi

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